
Quantas vezes as minhas gargalhadas são gritos de dor?
Quantas vezes os meus sorisos são lágrimas quentes?
Quantas vezes sou actriz para o mundo e vivo como se no meu mundo não existissem problemas, aborrecimentos, contrariedades?
E quando chego a casa, deixo cair a máscara, porque as minhas paredes já me conhecem e não precisam dos meus sorrisos...
Mas eu sou mulher, sou forte, mas frágil.
Preciso de TI! A meu lado. Preciso do teu carinho, do teu apoio, do teu abraço!
Porque precisas de fugir?
Não me obrigues a sorrir, quando eu grito de dor: não me obrigues a dizer: Vai!, quando o que me aptece dizer é: Fica!
Não me obrigues a agradecer ao Sol, quando só me aptece venerar a Lua!
Quantas vezes os meus sorisos são lágrimas quentes?
Quantas vezes sou actriz para o mundo e vivo como se no meu mundo não existissem problemas, aborrecimentos, contrariedades?
E quando chego a casa, deixo cair a máscara, porque as minhas paredes já me conhecem e não precisam dos meus sorrisos...
Mas eu sou mulher, sou forte, mas frágil.
Preciso de TI! A meu lado. Preciso do teu carinho, do teu apoio, do teu abraço!
Porque precisas de fugir?
Não me obrigues a sorrir, quando eu grito de dor: não me obrigues a dizer: Vai!, quando o que me aptece dizer é: Fica!
Não me obrigues a agradecer ao Sol, quando só me aptece venerar a Lua!
Sem comentários:
Enviar um comentário