silêncio-me nas poderosas palavras do silêncio. retenho-me do enorme barulho do silêncio, que se entranha dentro dos meus ouvidos e faz confusão na minha cabeça. o silêncio é muito barulhento. não estou a saber lidar com ele. refugio-me num lugar seguro. ou melhor, tento. na verdade, esse silêncio que me perturba acompanha-me em qualquer lado. peço, imploro que se afaste mas ele não respeita. sinto-me mais uma vez sozinha. com vontade de cometer todas as loucuras, como quando tinha 5 anos. afinal, o que se estará a passar. será que tudo o que vivi não deu em nada. todos os anos, que julgo se terem realizado não passaram de meros sonhos e insignificantes ilusões (...) não posso crer. pensava que a vontade de curtar os pulsos, já tinha passado. que a vaidade em me suicidar já tinha fugio em pune. eu ensina-ra algumas pessoas, que hoje ainda se cruzam na minha vida e me agradecem o facto e a disponibilidade que dei, para as fazer perceber coisas erradas. limitei-me a fazer o certo. o merecido. mesmo, ainda não conhecendo, eu não me 'perdoei'. nao liguei a birras, inseguranças e insignificancias. atirava-me de cabeça, sem dó nem piedade de mim mesma. na mais pura da verdade, por outros. no inicio, todos me tratam pela menina perfeita. sem defeitos. sem interrogações. sem problemas. forte e no entanto sensivel. eu aviso antecipadamente, do no mundo onde vivo. a pessoa que eu sou. que tudo o que me rodeia e faz parte do meu dia a dia, não é um mar de rosas. não sou um conto de fadas. eu aviso previamente e ninguém quer acreditar. na altura, que erro, todos me julgam de uma vez só. não perdoa o facto de errar é humano ! eu tambem sou um ser humano. não sou a fadinha mais valiosa do conto de fadas mais belo que só quer bem a todos. tenhos os meus problemas. amo muita gente e no entanto, não suporto outras tantas. todos me julgam as asneiras mas ninguem se lembra, que fui eu que deitei a mão, mesmo quando não conhecia. começo a pensar, que quando passo na vida de uma pessoa, tenho apenas uma missão a comprir. (é a esta missão que me refiro) quando essa mesmo se concretiza, eu desapareço. eu voo por entre as planices mais altas, à procura de mais uma vida para mudar. mudar e melhorar. sinto-me bem, enquanto ajudo. o mais certo, é que fico mal, quando me prejudicam.silêncio
silêncio-me nas poderosas palavras do silêncio. retenho-me do enorme barulho do silêncio, que se entranha dentro dos meus ouvidos e faz confusão na minha cabeça. o silêncio é muito barulhento. não estou a saber lidar com ele. refugio-me num lugar seguro. ou melhor, tento. na verdade, esse silêncio que me perturba acompanha-me em qualquer lado. peço, imploro que se afaste mas ele não respeita. sinto-me mais uma vez sozinha. com vontade de cometer todas as loucuras, como quando tinha 5 anos. afinal, o que se estará a passar. será que tudo o que vivi não deu em nada. todos os anos, que julgo se terem realizado não passaram de meros sonhos e insignificantes ilusões (...) não posso crer. pensava que a vontade de curtar os pulsos, já tinha passado. que a vaidade em me suicidar já tinha fugio em pune. eu ensina-ra algumas pessoas, que hoje ainda se cruzam na minha vida e me agradecem o facto e a disponibilidade que dei, para as fazer perceber coisas erradas. limitei-me a fazer o certo. o merecido. mesmo, ainda não conhecendo, eu não me 'perdoei'. nao liguei a birras, inseguranças e insignificancias. atirava-me de cabeça, sem dó nem piedade de mim mesma. na mais pura da verdade, por outros. no inicio, todos me tratam pela menina perfeita. sem defeitos. sem interrogações. sem problemas. forte e no entanto sensivel. eu aviso antecipadamente, do no mundo onde vivo. a pessoa que eu sou. que tudo o que me rodeia e faz parte do meu dia a dia, não é um mar de rosas. não sou um conto de fadas. eu aviso previamente e ninguém quer acreditar. na altura, que erro, todos me julgam de uma vez só. não perdoa o facto de errar é humano ! eu tambem sou um ser humano. não sou a fadinha mais valiosa do conto de fadas mais belo que só quer bem a todos. tenhos os meus problemas. amo muita gente e no entanto, não suporto outras tantas. todos me julgam as asneiras mas ninguem se lembra, que fui eu que deitei a mão, mesmo quando não conhecia. começo a pensar, que quando passo na vida de uma pessoa, tenho apenas uma missão a comprir. (é a esta missão que me refiro) quando essa mesmo se concretiza, eu desapareço. eu voo por entre as planices mais altas, à procura de mais uma vida para mudar. mudar e melhorar. sinto-me bem, enquanto ajudo. o mais certo, é que fico mal, quando me prejudicam.
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Amei minha ritinha...
ResponderEliminareu podia dizer tudo sobre o que pensas, como é dificil, como toda a gente julga tudo, como toda a gente pensa que a vida dos outros é um mar de rosas... Como se isso fosse alguma vez possivel...
Amar faz parte da vida mas sofrer também faz parte... e sim, a nossa função como ser humano é ajudar quem mais amamos e doi, doi mesmo quando nem sequer nos dão nada em troca deitando-nos para o lixo logo depois de nos utilizarem...
Mas toda a gente pensa assim... É assim o mundo que criamos... é assim que nos torná-mos.... Mas não quer dizer que seja o melhor mundo...
Adoro-te coração <3